Zé Urbano

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Zangão vadio

Passei por todos os perigos.
Pisei em tanta merda no caminho.
Botei nos "is" todos os pingos.
Deixei tu me pisares... de mansinho...

Achei que tinha tudo comigo
e depois de encher o meu bacio
parei de olhar o meu umbigo
e prestar mais atenção no teu cio.

De nada valeu meu desvario
pois chorei de dor o meu castigo
de ver-te passar como um rio
ao encontro do mar, de um abrigo.

Agora sou um zangão vadio
(não espero nada da flor!)
a procura de um favo vazio
para encher do mel do amor!

2 comentários:

Palavras de mulher. disse...

..é sempre assim mesmo..o rio sempre corre ao encontro do mar..não temos com impidi-lo...só deixar ele seguir seu curso..e o zangão??? deixe ele voar de flor em flor..um dia ele avistará um tão bela que nunca mais voará pra procurar outra...rsss...adorei as poesias!!!....beijo!

Silvana Bronze disse...

BRAVOOOOOOOOO!!!!!!!!